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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Contribuição Asiática e Manuscritos Iluminados


O Grupo 2 fala um pouco sobre dois temas: Contribuição Asiática e Manuscritos Iluminados, antes de saber qual era o contexto histórico da época, como eram os produtos, a moda, e as artes, etc.  vamos descobrir sobre o que esses temas falam, saber um pouco sobre eles:

Contribuição Asiática


As civilizações orientais apresentam características comuns como a escrita, arquitetura monumental, a agricultura extensiva, a domesticação de animais, a metalurgia, a escultura, a pintura em cerâmica, a divisão da sociedade em classes e a religião organizada. Durante grande parte da história, a China foi reconhecidamente a mais rica do mundo. O Japão permaneceu culturalmente a sombra dela por muitos séculos. China e Japão tinham um estreito relacionamento com a religião, reflexo das numerosas dinastias chinesas e dos guardiões da cultura japonesa e o vínculo permanente entre ambos os países determinou a influência do primeiro sobre o segundo, desde os séculos V e VI até o XIX. 


Manuscritos Iluminados

Os manuscritos foram feitos em diversos lugares do mundo e em quase todos os períodos da História, incluindo os já citados pelo grupo anterior chegando ao auge durante a Idade Média no Ocidente, principalmente pelos mosteiros, onde os monges exerciam a função de copiar, ornar e enriquecer a mão diversas obras, vindo a decair após o surgimento da imprensa.





texto de Gustavo postado por Evana





Escultura - Manuscritos Iluminados



Na época dos 
manuscritos Iluminados, que vai de 500 a 1500, devem ser citados o poderoso Império Bizantino e a Idade Média.

O Império Bizantino durou por mais de mil anos, do século IV até 1453.
Na escultura e em toda a arte o Império Bizantino é quase como inteiramente voltado a tema religioso, já que a igreja era grande centro de poder que controla a arte da época. Essas esculturas tinham influencia direta da cultura ocidental, sendo uma referência da degeneração do Império Romano do Ocidente. Suas principais características são : uniformidade, rigidez, falta de naturalidade e presença de linhas geométricas e folhagens estilizadas. 
As esculturas da Idade Media são divididas em  góticas e românicas.


Os artefatos góticos evoluíram a partir da escultura românica e dissolvendo-se na escultura do Renascimento e do Maneirismo. Quando os valores clássicos voltaram a ser apreciados no Renascimento a escultura dos séculos imediatamente anteriores foi vista como disforme e rude, sendo-lhe dado o nome de gótica , já que se acreditou que era fruto da cultura dos godos, povos tidos como bárbaros e supostos responsáveis pelo desaparecimento do Império Romano. 

A escultura do românico esta ligado, a comunicação entre a igreja católica e o fiel, naquele que é o reino de Deus na Terra, o templo. Deste modo a escultura vai assumir uma íntima relação com a arquitetura, inserindo-se no seu espaço como um elemento complementar, e dedicando-se, principalmente, ao ensinamento de cenas bíblicas através de relevos em pedra compreensível ao crente leigo.



Filipe de Oliveira



Contexto Histórico - Manuscritos Iluminados


           Os manuscritos foram feitos em diversos lugares do mundo e em quase todos os períodos da História, incluindo os já citados pelo grupo anterior chegando ao auge durante a Idade Média no Ocidente, principalmente pelos mosteiros, onde os monges exerciam a função de copiar, ornar e enriquecer a mão diversas obras, vindo a decair após o surgimento da imprensa. Como os períodos anteriores a Idade Média já foram contextualizados pelo grupo anterior, foquei no auge dos manuscritos  que ocorreu na Idade Média.


         A sociedade dessa época vivia no contexto do feudalismo, onde prevaleciam as relações de suserania e vassalagem, onde o suserano dava lotes de terra ao vassalo em troca de ajuda e fidelidade e o vassalo deveria cumprir com tais condições para conseguir proteção e poder participar do sistema de produção, sendo que os senhores feudais, os donos da terra, possuíam o poder político, econômico e jurídico. Existia a supremacia da Igreja Católica, dona do poder espiritual que possuía grande influencia na vida e cotidiano das pessoas ditando o comportamento e os acontecimentos.  A pirâmide social desse período era extremamente hierárquica e composta pela nobreza feudal; que incluía senhores feudais, cavaleiros, duques, entre outros; pelo clero, que era inseto de impostos e cobravam dízimos; e por último pelos servos, camponeses e artesões. Se tratando da economia feudal, apesar de comum o comércio e troca de produtos e mercadorias, a principal atividade era a agricultura e as trocas de terras características do feudalismo. A cultura era extremamente  influenciada pela igreja, que ensinava aos filhos dos nobres desde o latim até estratégias de guerra. Outro fato marcante da Idade Média foram as famosas Cruzadas, que se tratavam de batalhas entre católicos e muçulmanos por território, e apesar do rastro de  devastação elas foram responsáveis pelo renascimento comercial e urbano.


Gustavo Ribeiro

Referências

Manuscritos Iluminados. In Infopédia [Em Linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$manuscritosiluminados>.






Contexto Histórico – Contribuição Asiática



Política

     China


        Na China a política foi representada através da sucessão de várias Dinastias, série de soberanos pertencentes à mesma família, desde os Shang (1600-1050 a.c.) até os Qing (1644-1912) que ao longo do tempo foram responsáveis pelo crescimento econômico e cultural, passando por diversas descobertas e modernizações que incluem a  pólvora, bússula, A Grande Muralha, papel, escrita, imprensa, seda e muitos outros.



Japão



         No Japão o Xogunato foi mais presente, onde o Xogum era o título do comandante dos exércitos do imperador que era indicado pelos líderes dos clãs samurais. Quando os xoguns se tornaram mais poderosos, a autoridade do imperador diminuiu e se tornou cada vez mais simbólico, e em 1185 após uma disputa entre dois clãs rivais, o vencedor passou a governar o Japão. O Xogunato durou quase 700 anos e acabou em 1868 com a invasão da marinha americana.


Religião e Filosofia

Budismo



         Não se sabe ao certo quando o Budismo chegou à China, mas estipula-se que foi na dinastia Han (206 a.C.-220 d.C.), ganhando força na China no século IV e no Japão no século VI. Devido a dificuldade de traduzir os documentos do indiano adquiriu um aspecto próprio. O Budismo chinês e japonês foi o Mahayana, que no lugar do nirvana pregou a calma e a tranquilidade do espírito em lugar da abolição do desejo.

Xintoísmo



           O Xintoísmo (Caminho dos Deuses ou Espíritos) foi a primeira religião do Japão e data de tempos pré-históricos. Ela não possui um fundador nem dogmas, ela combina empatia e natureza com lealdade à dinastia dominante, vista como descendente da deusa do sol. A razão de ser um xintoísta é a celebração e o enriquecimento da vida.

Confucionismo



        A partir de 1020 a.C. grande parte da China era regida por um sistema feudal e nessas condições que Confúcio (c. 551-479 a.C.) plantou sua mensagem. Ele apelava aos governantes para que dessem o exemplo, sendo generosos, dignos, sábios e confiáveis; e as pessoas comuns tinham o dever de respeitar a autoridade. A ideia dessa filosofia á a busca do Tao (Caminho superior) e através dele ter uma vida equilibrada entre as vontades materiais e as dos céus.

Taoismo




      Fundada no século VI  a.C. pelo recluso sábio Lao Zi (suposto autor de seu texto central, Tao Te Ching), é o que há de mais próximo a uma religião nativa na China. Originalmente não tinha deuses, templos ou sacerdotes; estava mais para um sistema filosófico, pois enfatizava a aceitação, sob a forma de uma atitude submissa e alegre em relação à vida.

Economia




         A economia chinesa se deu principalmente com artesanato, agricultura e comércio. O cultivo do arroz começou na China antes de 5000 a.C., desenvolveram-se sistemas de irrigação e represas para melhorar a agricultura. A economia chinesa foi movida bastante pela comércio de ferro fundido na dinastia Shang (c. 1600-1050 a.C.), arado de tração animal na dinastia Zhou (c.1000-256 a.c.), da seda através da “Rota da Seda” na dinastia Han (206 a.C.-220 d.C.), com advento da imprensa no séc II, entre outros.


Cultura e Hábitos





              A medicina chinesa era preventiva e os médicos cuidavam para que os pacientes não ficassem doentes e daí se desenvolveu técnicas como acupuntura e utilização de ervas e raízes. Na China as mulheres deviam obedecer aos maridos e enfaixavam os pés para que ficassem bem pequenos. Arbustos de chá eram bebidos na china desde antes da dinastia Tang (618-907) e essa cerimônia foi levada para o Japão no séc. XII, durante essa dinastia começou o hábito de comer com hashis para que os convidados não fizessem esforço durante as refeições; no Japão inicialmente os hashis eram somente para oferecer alimentos às divindades, mas depois se aderiu este hábito. No Japão surgiram samurais nos séc. X e XI e tiveram ascensão com os senhores feudais; eram guerreiros altamente treinados e com código estrito de lealdade.



Gustavo Ribeiro

Bibliografia

MEGSS, Philip B.; PURVIS, Alston W.. História Do Design Gráfico.

BASTABLE, Jonatah. Enciclopédia Interativa do Saber. Rio de Janeiro, Reader’s Digest, 2007.

Enciclopédia Seleções, 2 Ed. Rio de Janeiro, Reader’s Digest, 2007.


Referências

http://mundonanet.sites.uol.com.br/artes6.html

Peça Gráfica

Contribuição Asiática e Manuscritos Iluminados





A peça criada representa o chamado ''doodle'', aqueles logos especiais e geralmente comemorativos do Google. (quer ver todos? CLICA AQUI)


Ela tem diversas características dos nossos dois temas apresentados:


O fundo representa o papel inventado pelos asiáticos em 105 d.C. e transportado nessa forma de rolo até o século IX quando surgiram os formatos paginados, representa também a cor do pergaminho geralmente utilizado nos manuscritos iluminados.
A letra 'g' foi substituída pelo dragão chinês, elemento da mitologia chinesa.
O dourado foi utilizado, pois remete o ouro utilizado nos manuscritos iluminados.
O adorno é formado por figuras geométricas repetidas e entrelaçadas elemento típico desses manuscritos.



Evana Carolina

Produtos - Manuscritos Iluminados



Manuscritos Iluminados


Manuscritos iluminados são manuscritos que são complementados com decorações e ilustrações que suportam os contextos escritos do livro. termo "Manuscrito" vem do latim para "manuscrita” escrito a mão. Antes da invenção da impressão todos os livros tinham de ser escritos à mão. Este foi um processo demorado e trabalhoso, e pode levar meses ou anos para completar. Embora o papel estava disponível no sul da Europauma grande quantidade de manuscritos ainda eram feitos com pele de animal. Um manuscrito iluminado era diferente de um manuscrito normal, porque ele utiliza cores brilhantes e vibrantes, tais como ouro e prata. A maioria dos Manuscritos iluminados foram criados para fins religiosos. Os manuscritos iluminados poderiam ser classificados com base era: Antiguidade TardiaInsular, carolíngiosOtonianaromânico, gótico e manuscritos renascentista.


Postado por : Carlos Mariano de Cerqueira Neto


Escultura - Contribuição Asiática

Pra falar da escultura da Ásia Antiga, três grandes nações que representam a cultura ocidental devem ser faladas; os milenares países: China, Japão e Índia.


Os principais artefatos chineses são de períodos diferentes com suas dinastias: A Dinastia Zhou (1050-771 a.c),que produziu vasos fundido ao bronze. A Dinastia Han (206-2020ª.c) que produziu a representação em escala real do Exercito de Terracota de Xian, defendendo a tumba do seu imperador.
No século III depois de cristo, as primeiras representações budistas aparecem, no conhecido  período dos Três Reinos. Na Idade do ouro Chinês, na Dinastia Tang foram criadas esculturas budistas esplendidas, considerados tesouros da arte do mundial.





As esculturas japonesas, na maioria das vezes eram estatuas associadas à religião e a grande parte patrocinada pelo governo local.
Já na Índia as primeiras esculturas criadas pertenceram aos as civilizações do vale Indo, suas esculturas em pedra e bronze são umas das mais antigas do mundo. Com o surgimento do hinduísmo, budismo e do jansenismo, surgiu grandes esculturas mais elaborados feito de bronze. Mas em alguns santuários essas foram esculpidas diretamente nas pedras, onde ao redor foi erguido o templo. No noroeste da Índia, foram encontradas representações de ensinamentos de Buda. Mesmo com a tradição de esculturas religiosas, nunca Buda havia sido representado em forma humana e só unicamente por símbolo, assim demonstrando a influencia  grega e persa.





Filipe de Oliveira



Pintura - Manuscritos Iluminados

   
No século XIII, "iluminura" referia-se sobretudo ao uso de douração e portanto, um manuscrito iluminado seria  aquele decorado com ouro ou prata.
   A época áurea dos manuscritos iluminados no Ocidente foi a Idade Média, devido à atividade dos mosteiros, onde os monges copiavam à mão as mais diversas obras e iluminavam manuscritos segundo a sua inspiração artística (como é relatado na obra O Nome da Rosa, de Umberto Eco). As primeiras letras de cada página foram dos elementos que mais se prestaram à criatividade artística do copista iluminador, sendo extremamente ricas em cores e formas. As bordaduras também eram muito valorizadas pois proporcionavam um espaço razoável para a ornamentação.


manuscrito iluminado do séc. XIII 



Juliana Pereira de Carvalho

Pintura - Contribuição Asiática

CHINA
   A pintura chinesa tem como característica marcante o uso do traço como forma de expressão e o objeto pintado pode ser representado na mesma cena, dando uma ideia de perspectiva múltipla. O pintor transporta para o papel tudo que queria expressar através de efeitos revelados através de pontos, traços e energia da pincelada.
Li ShanTrês pedras e pinheiro, Dinastia Qing


O Período da Primavera e do Outono (770 a.C. -221 a.C.)

   A pintura de popularizou. Começou-se a documentar pinturas sobre paisagens, animais, santos e fenômenos paranormais. Durante a Dinastia Zhou (1066 - 256 a.C.), começou a surgir pinturas em tecidos de seda. 


Pintura da Dinastia Han (206 a.c - 220)

   Vários achados arqueológicos provaram que o palácio imperial desta época tinha afrescos bem pintados que usavam cores brilhantes. A cor preta era a mais usada, em seguida a vermelha escura e depois amarelo.
   Nessa época, fragmentos das pinturas que restaram dos afrescos, descobertos em túmulos, mostram cenários de caça, carvalhos e paisagens.

   Pedras e tijolos pintados eram bem populares na Dinastia Han. Estas pinturas foram "pintadas" com facas, em pedras ou tijolos, pelo motivo de que as pessoas acreditavam que os afrescos não seriam preservados por muito tempo.




Afresco de túmulo da Dinastia Han do Leste (25-220).

   Afresco dum túmulo da Dinastia Han do Leste (25-220).
              O dono do túmulo e seus empregados.



Pintura da Dinastia Sui (581-618) e Dinastia Tang (618-907)

   A pintura de personagens, de paisagens, de flores e pássaros eram admirados na história e  alcançaram um alto nível de desenvolvimento.

   Nesse período a pintura era dividida em dois tipos: a de tinta preta e de tinta colorida. Com isso, a pintura de personagens chegou quase a der perfeita e a pintura de paisagens começou a ter estilo clássico.

Chou FangDamas jogando, século VIII. Dinastia Tang

Pintura da Dinastia Qing (1644 - 1911)

   Na Dinastia Qing a pintura recebeu muita influência da política, da economia e de diversos pensamentos existentes na sociedade.

   Neste período, a pintura de paisagem e a mistura de pintura e de poema eram muito populares. No campo da pintura, existiam ao mesmo tempo as tendências de manter o estilo antigo da pintura e de criar novos estilos.
Depois do meio do século 18, a sociedade chinesa entrou em decadência e virou meio feudal e meio colonial. A pintura recebeu muita influência desta mudança social.

   Durante a Dinastia Qing, apareceram centenas de livros sobre as teorias, as técnicas e a história da pintura.  O mais importante deles é a Categoria da Pintura e da Caligrafia Chinesa da Casa de Pei Wen.

Yun ShoupingPeônias, Dinastia Qing


Ren XiongAuto-retrato, Dinastia Qing 


Jin TingbiaoSanto budista, Dinastia Qing 



JAPÃO

A pintura japonesa infuenciou a arte ocidental em diversas oportunidades.Segundo estudos, houve uma notável assimilação da arte dos gravuristas japoneses dos séculos XVII e XVIII pelos pintores impressionistas, com especial destaque para os nomes de Monet, Degas, Toulouse Loutrec, Renoir.

Os pintores impressionistas haviam se inspirado nos gravuristas japoneses para captar virtudes como a "serenidade" e o "refinamento.

O pincel é um instrumento de escrita tradicional, por isso é natural o seu uso como ferramenta artística. Técnicas de pintura japonesa ainda estão em uso nos dias de hoje, bem como técnicas adaptadas da Ásia continental e do Ocidente.

Ukiyo-e
Ukiyo-e, literalmente pinturas do mundo flutuante, é um gênero de pintura em madeira que era popular na arte japonesa do período pré-Meiji.

A Grande Onda de Kanagawa
feita por Hokusai


Sumi-ê
Também conhecida como suiboku-ga, essa maneira de pintar foi desenvolvida na China por volta do século XI e foi introduzida no Japão no século XIV por monges budistas. A pintura sumiê tinha essencialmente a temática religiosa, mas a partir do século XV ela também passou a representar a natureza como pássaros, flores e paisagens. Geralmente é feita com nankin e um pincel em forma de gota, o washi.